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Lula cobra líderes globais por paz

  • 4 de mar.
  • 2 min de leitura

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um apelo nesta quarta-feira (4) aos líderes mundiais para que busquem o caminho da paz diante da guerra do Oriente Médio, e para que priorizem o combate à fome em vez de ampliar os gastos com armamentos. 

O presidente cobrou diretamente os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e criticou o que classificou como "foco excessivo no fortalecimento militar."

Segundo ele, recursos destinados a armas, drones e aviões de combate não produzem alimentos e acabam agravando conflitos.

Lula afirmou que os cerca de US$ 2 trilhões gastos no ano passado com conflitos poderiam ser divididos entre os 630 milhões de pessoas que passaram fome no mundo.

Críticas a ONU e ao Conselho da Paz


Lula fez críticas diretas à atuação da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmando que a entidade tem perdido credibilidade por não cumprir os princípios estabelecidos em sua carta de fundação.

Segundo o presidente, a ONU está “cedendo ao fatalismo” e dando mais espaço aos interesses ligados às guerras do que às iniciativas em defesa da paz e do combate à fome.

Lula, criticou a ONU por não ter chamado os países para buscar uma solução pacífica para o conflito no Oriente Médio, até o momento já que seu papel original é de promover a paz e a cooperação entre os países.

Durante o discurso, Lula também criticou o chamado Conselho de Paz proposto por Donald Trump. Ao comentar a escalada de conflitos, o presidente afirmou que a iniciativa é apresentada como se fosse “um resort”, mas que, na prática, ocorre em meio a cenários marcados por mortes de mulheres e crianças, em referência às vítimas civis das guerras.

"Compensou destruir Gaza, matando a quantidade de mulheres que mataram, crianças, para agora aparecerem com pompa, criando um conselho para dizer, vamos reconstruir Gaza? Aí, aparece como se fosse um resort, para melhorar e passar a férias no lugar que estão os cadáveres das mulheres e das crianças que morreram", criticou.

"E, muitas vezes, a gente fica impassível. E se a gente não gritar, se a gente não falar, se a gente não se mexer, nada acontece", emendou o presidente.


 
 
 

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